sábado, 8 de março de 2014

DIA DA MULHER – Um dia a mais de luta

LAURA PINTO DE ALMEIDA*

        “Dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda...” Este trecho da música de Erasmo Carlos de 1981, revela, em poucas palavras, o que já se iniciava naquele inicio de década, em relação a avanços na conquista de direitos. Depois, em 1988, a Constituição Federal reconhece os direitos da mulher em igualdade com os homens.
        Mas tal reconhecimento foi fruto de muitas lutas, enormes desafios e embates que mulheres brasileiras, lá pelo final do século IX e inicio do século XX, enfrentaram. Hoje estamos aqui em pleno século XXI, com desafios ainda tão parecidos, mas com algumas diferenças: somos mais em quantidade nas universidades, crescemos em quatro vezes, nos últimos dez anos, em número daquelas que sustentam seus filhos sozinhas, e por aí vai.
        O nosso maior desafio mesmo ainda é o combate à violência que sofremos. Este é milenar. Mas como enfrentar esta realidade? Continuando, indo em frente, fazendo parte, buscando espaço em locais estratégicos, para exterminar todo e qualquer tipo de discriminação.
        Mas, como somos mulheres, peculiares, únicas e protagonistas de nossas própria historia, a minha musa Rita Lee nos define um pouquinho:

“Toda mulher quer ser amada
“Toda mulher quer ser feliz
“Toda mulher se faz de coitada
“Toda mulher é meio Leila Diniz”

        Para este Dia Internacional da Mulher, um dia de reflexão, para, aí, sim, sermos felizes de verdade

* Laura Pinto de Almeida é assistente social, formada pela UFPA, a Universidade Federal do Pará, e servidora pública federal de carreira.


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