terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MPE – Aprovada em concurso, pedagoga rebate versão oficiosa para justificar não ser, enfim, nomeada

Renise Xavier Tavares: defesa intransigente da moralidade.

“A moralidade não é uma faculdade ao administrador, mas um princípio constitucional, insculpido no artigo 37 da Constituição Federal. Essa situação, com clareza solar, é um exemplo acintoso do desrespeito a esse princípio.” O desabafo, feito ao Blog do Barata, é de Renise Xavier Tavares, classificada em 6º lugar no concurso para o cargo de pedagogo promovido em 2012 pelo MPE, o Ministério Público Estadual, mas ainda à espera de nomeação. Até agora o MPE nomeou apenas as duas primeiras colocadas, Cintia Cristina Cordeiro Damasceno e Daniely Laurentino Damásio, respectivamente, embora o prazo de validade do certame, que já foi renovado, expire em julho de 2017. A despeito disso, segundo a representação protocolada no MPE por Renise Xavier Tavares, são mantidas no Parquet estadual três pedagogas cedidas pela Seduc, a Secretaria de Estado de Educação, Martha Libia Wanderley Borges, Lúcia da Costa Florenzano e Diana Barbosa Gomes Braga, as quais se soma, também com atribuições de pedagoga, Márcia Betânia de Albuquerque Vinagre, servidora de nível médio do próprio Ministério Público Estadual. A situação ainda embute uma nuance que torna a situação tanto mais constrangedora: as quatro servidoras foram reprovadas no concurso no qual foi aprovada Renise Xavier Tavares

De acordo com a versão que varre os corredores do MPE, a justificativa oficiosa é de que só existiriam dois cargos de pedagogo. A justificativa oficiosa revela-se ainda mais insustentável, diante da explicação adicional de que as pedagogas cedidas pela Seduc, assim como a servidora de nível médio que ao lado delas atua, com atribuições de servidor de nível superior, atuariam não como pedagogas, mas assessorando promotores de Justiça, o que, se confirmado, tipificaria desvio de função. A propósito, Renise Xavier Tavares é incisiva. “Na representação ressaltei que a alegação da falta de cargos públicos para a nomeação dos concursados classificados não se sustenta, pois é de todo inaceitável e não razoável que, durante vários anos o MPE mantenha em seu quadro de servidores pessoas oriundas de outras instituições, certamente sob o critério do apadrinhamento político, e se recuse a nomear os concursados, sob a frágil e inconsistente justificativa de que assim procede ante a inexistência de cargos públicos a serem preenchidos”, dispara.

52 comentários :

Anônimo disse...

Aquém da devida prática da meritocracia, as privações dos direitos da Renise e demais concursadas, colocam em xeque a capacidade do Estado de discernir a governabilidade entre o público e o privado, quer seja por má fé ou por incompetência. Manter pessoas em cargos públicos, desqualificadas, onde não se pautam as decisões pela eficiência técnica das mesmas, ou pior, onde consideram-se escolhas arbitrárias por motivos de relações políticas e até mesmo de vínculos pessoais; demonstra o esfacelamento da própria administração pública.

Anônimo disse...

A corrupção está em todos os setores, infelizmente. ..Não sabemos mais a quem devemos recorrer. Se os próprios "doutores da lei" são subversivos às condutas anti constitucionais, o que dizer dos políticos que atuam em causa própria? Adiante com sua luta Renise!!! Que a sua vitória represente a garantia dos nossos direitos enquanto cidadãos!!!

Anônimo disse...

Indignação é o sentimento ao ler as denúncias feitas por Renise à sociedade. Espero que o Ministério Público Estadual tenha bom senso e mude essa situação inaceitável, que ao final a justiça de verdade prevaleça.

Anônimo disse...

Acho que a situação criada pelo MP é, no mínimo, absurda, uma vez que a candidata Renise Xavier está legalmente aprovada no certame a que foi submetida, e ao invés de ser nomeada, deixam que apadrinhados políticos ocupem cargos que não são seus de direito. O MP, que se intitula defensor da legislação, deveria reavaliar tal situação já que a vaga é de direito da jovem Renise Xavier. Por isso, expresso aqui: RENISE, não desista de lutar contra este sistema viciado e cheio de falhas!!!! Avante com a luta e que a justiça seja feita!!!!!

Anônimo disse...

Ministério Público Estadual a sociedade clama por justiça em favor das concursadas aprovadas, respeitem esses direitos que vocês cobram de tantos outros, mas agora cabe a pergunta: Será que os senhores ainda terão reserva moral para cobrar das outras instituições a nomeação dos concursados, se não modifcarem essa situação exposta? Avante mesmo Renise, coragem tens, isso já nos provaste, tenha além dela persistência e conte com nosso apoio, que a justiça vai acontecer.

Anônimo disse...

Vamos já acabar com essa festa dessas apadrinhadas. Que descarados todos que estão envolvidos nessa falcatrua!!!

Anônimo disse...

Promotores, a sociedade espera uma resolução digna das competências de vocês em relação a essas concursadas que estão à margem dos seus direitos referentes ao funcionalismo público.

Anônimo disse...

Entre com mandado de seguranca. Eles estao apavorados com a ideia. Depois va ao stf .

Anônimo disse...

Também concordo que Vc entre com o mandato de segurança! Essa situação está muito descarada.Esses promotores cheio de falácias devem ser anulados em suas condutas.

Anônimo disse...

É revoltante constatar que o MPE está agindo dessa forma, desrespeitando direitos constitucionais, justo ele que é o fiscal da lei, ou que pelo menos deveria ser. Vamos fazer um movimento em Belém para tentarmos moralizar o Ministério Público, caso contrário estaremos verdadeiramente perdidos. Renise tua luta é justa, eu sou concurseiro e imagino o que estás sentindo.#ConcursadasJÁ

Anônimo disse...

É um absurdo isso que está acontecendo com Renise Tavares e outras pessoas que psssaram no concurso e quem está lá são os peixes dos grandes, isso é uma vergonha se tratando do MPE. Tem que fazer valer a voz do povo que luta por justiça, não podemos nos calar diante de uma situação dessa.

Anônimo disse...

Infelizmente os concursos na região norte dependem não só das vagas e do esforço nos estudos. É preciso também que a peixada não esteja tão pesada, é preciso que não haja apadrinhados ocupando cargo,entre outras dificuldades. O tjap também está enrolando os aprovados enquanto o órgão está lotado de estagiarios, terceirizados e apadrinhados emprestados de outros órgãos. Pra quem deseja obter resultado nos concursos, a melhor opção é sair daqui do norte e ir tentar no sul/sudeste. Observem as listas de órgãos fora da região e verão que a lista roda, cadastro de reserva é sim utilizado,muitas vezes até esgotado. Vergonha!

Lene disse...

Isso é uma pouca vergonha do MPE .
Poxa esses estudantes estudaram com garra e determinação pra serem aprovados nesse concursos e no fim terem esse triste problema,cadê o respeito pelos nossos estudantes?
Cadê essas vagas q foram prometidas?
Cadê a justiça do nosso país?
Nem sei se ainda existe.
Espero que o MPE oferte essas vagas pra essas pessoas que cm muito esforço chegaram lá cm a esperança de uma vida melhor.
#revoltada#

Anônimo disse...

Renise Parabéns pela indiscutível coragem, parabéns pela bela entrevista, vc merece ser nomeada e será. Nós estamos do teu lado, vergonha, vergonha, vergonha do nosso Ministério Público Estadual, mas eles mudarão a sua postura, pq a sua causa não é mais sua, é nossa, os direitos afetados poderiam ser de qualquer pessoa, portanto são nossos também. Vamos combinar um ato público na frente do Ministério Público, movimento #ConcursadasJÁ

Anônimo disse...

Amiga Renise, nunca para imaginar que você estivesse passando por essa situação. fiquei sabendo à pouco por uma colega que temos em comum e ainda assim não acredito. poxa logo você que sempre foi estudiosa, inteligente, determinada, mulher de princípios. você não merece passar por isso. Depois de ter passado noites e noites de sono, estudando muito, trabalhando para manter seus estudos para que um dia pudesse chegar a sua tão sonhada oportunidade e agora se deparar com esse pesadelo. Amiga isso é um total desrespeito para com você e essas pessoas que lutaram, estudaram e passaram sem ter que puxar tapete de ninguém. você tem meu total apoio, não desista, vá enfrente,lute,se preciso for faça barraco, chame imprensa, você não está matando nem roubando ninguém, está apenas lutando por um direito que é seu. UM ESPAÇO QUE VOCÊ CONQUISTOU. Fico triste de saber que no MPE acontece coisas desse tipo. Não desista amiga, tenha FÉ, você vai conseguir um espaço que é seu por direito, você conquistou.

Anônimo disse...

Particularmente nunca acompanhei o blog ,mas quero prestar solidariedade a professora Renise, que está corretíssima em lutar por um direito líquido e certo.A justiça tem que ser feita.

Anônimo disse...

Jamais pensaria que o Ministério Público Estadual seria capaz de tamanho desrespeito, além de ilegal, isso é TOTALMENTE imoral, concursadas terem que brigar para serem nomeadas e o q é pior, os cargos estão sendo ocupados por pessoas que fizeram o concurso e foram reprovadas, é muita imoralidade para uma instituição que tem a função de ser o fiscal da lei. Estou enojada!!! #concursadasJÁ

Anônimo disse...

Espero que a justiça seja feita chega de tanta fraude safadezas abuso de poder nesse estado que e tão Grandioso chamado Pará A MORAL A HONESTIDADE A HONRAR DE SER PRIMORDIAL EM ESTADO DEI O DIREITO A QUEM DE DIREITO
G.A.D

Anônimo disse...

Isso e um desrespeito para os concursados que lutaram pelos seus direitos
Vai em frente e luta pelo teu direito
Deus é fiel boa sorte

Anônimo disse...

Total apoio a Renise xavier esta buscando seus direitos o que o ministério ja deveria ter dado de direito o seu lugar como pedagoga neste órgão MPE .
Que disrespeito com as pessoas..
Em quem podemos confiar?

Igor Bruno disse...

Desestimulante isso... tira a confiança na lisura dos processos! Como acreditar e esperar que nossos direitos sejam respeitados se o próprio órgão fiscalizador não o faz? Triste com esse estado que não cuida do seu povo! Pelo menos os que não são apadrinhados...

Anônimo disse...

Espero que o MPE tenha dignidade para conceder o direito a qu fez por merecer e assim tentar resgatar a credibilidade que ate então tínhamos nele. Acredite Renise você será vitoriosa

Anônimo disse...

Nunca se viu tanta imoralidade, tanto desrespeito às leis, aos bons costumes e aos princípios da administração, no MP, como na gestão desse Marcos das Neves e olha que ele mesmo por diversas vezes fez duras criticas há vários de seus antecessores que ele tachava de imorais, de violadores das leis e, no entanto, ao assumir foi logo mostrando a que veio:
- nomeação do namorado da filha, para cargo comissionado;
- nomeação do sócio-advogado-engenheiro, para cargo comissionado;
- reajuste do contrato da Águia Net em mais de 100%, quando a Lei8.666, só autoriza o máximo de 25% (o valor licitado foi de R$ 490 mil e acabaram pagando mais de 1 milhão);
- dispensa de licitação para contratação de empresa para realizar o concurso de promotor, quando a maciça maioria dos membros do MP processou agentes públicos que adotaram mesmo procedimento;
- "embargo de gaveta" no inconstitucional PCCR da ALEPA;
- pagamento de auxílio-moradia para quem trabalha na mesma localidade em que possui imóvel próprio e, pasmem, o próprio Marcos das Neves recebe auxílio-moradia, mesmo trabalhando onde possui próprio e mesmo recebendo gratificação de representação de PGJ;
- "embargo de gaveta" à situação dos janelados do Estado (Poder Executivo, Poder Judiciário, TCE, TCM e a ALEPA;
- pagamento de gratificação ilegal, mesmo depois do TCE ter recomendado suspender o pagamento porque a gratificação era ilegal por ter sido criada por Resolução do Colégio de Procuradores, quando deveria ter sido criada por lei e no maior desrespeito às leis, à moralidade e desprezo ao Erário, o Sr. Marcos das Neves pediu em sessão do Conselho de Procuradores, que fosse aprovado anteprojeto de lei para ser enviado à ALEPA, criando a gratificação até então ilegal e ainda pediu que isso fosse feito sem alardes porque não seria para o MP que processa prefeitos por pagarem gratificação ilegal aos seus servidores, fazer pagamento de gratificação ilegal aos seus servidores. Esse episódio desastroso para os princípios da administração, foi transmitido on line para quem quisesse assistir e nem isso freou as palavras e atitudes imorais de suas excelências e eu tenho a gravação dessa sessão e me indigno cada vez a assisto;
- concessão de inúmeras licenças para membros cursarem doutorado e pós-doutorado, até no exterior, desfalcando ainda mais as comarcas que ficaram desassistidas de membros do MP;
- criação de inúmeros cargos comissionados, demonstrando total desprezo pelo concurso público, o que se evidencia com essa luta da concursada Renise que vem sendo preterida em seu direito à nomeação, para dar lugar às apadrinhadas cedidas da SEDUC;
- excessiva quantidade de cedidos em cargos comissionados no MP;
- criação de um gabinete militar que mantém um contingente excessivo de policiais militares e bombeiros militares, em situação de flagrante ilegalidade, enquanto que a violência urbana e rural, mata mais cidadãos paraenses que em campos de guerra;
- mantença de inúmeros membros do MP em cargos de assessoria, mantidos em Belém, desfalcando as comarcas do interior;
- não ajuizamento de ação penal contra a juíza Rosileide Filomeno, apesar dessa juíza ter sido flagrada em escuta telefônica autorizada pela justiça federal, em conversa em que negociava sentença, em troca da sua indicação para o desembargo (Operação Rêmora);
- não cobrança efetiva à Presidencia da ALEPA, para que fosse realizada a apuração administrativa das faltas disciplinares relativas aos crimes denunciados pelo MP, no rumoroso Caso ALEPA, corroborando com a impunidade;
- ...;
- ...;

Anônimo disse...

Talvez não a nomeiam pois conhecem a fama desta senhora, quem após passar em concurso só aparece para trabalhar durante uns cinco dias ao ano, que são justamente os dias que ela tem que protocolar a prorrogação da licença saúde.
O engraçado é que ela parece sempre tão sadia...
Isso que está acontecendo com ela é o retorno do que ela mesmo pratica: desrespeito com o dinheiro público.

Ariane Fiuza disse...

Uma falta te consideração do MPE deveriam dales vergonha com a injustiça que estão fazendo com Renise Tavares.não deixe de lutar pelos seus direitos você é uma merecedora .Que a justiça seja feita Deus estar com você

Anônimo disse...

Renise Parabéns pela tua coragem, ela é uma característica da tua pessoa, isso é fato, estás lutando por uma causa legítima. Pede para o Barata colocar os nomes das outras pedagogas concursadas, porque elas precisam abraçar essa luta que não é tua e nem delas, podia ser minha, inclusive, porque eu fiz também esse Concurso e fiquei triste ao não passar, mas triste fico agora ao ver tudo isso. MPE agindo dessa forma? Estamos órfãos sociedade paraense.

Anônimo disse...

Que bom que o anônimo que publicou um questionamento acerca da conduta da professora Renise pôde dar seu testemunho de que ela protocolou a prorrogação da licença saúde.Isso demonstra que ela está agindo conforme os trâmites legais, visto que o cidadão concursado, para usufruir desse direito constitucional precisa passar por perícia, a qual avalia a veracidade do estado de saúde da pessoa. Conheço o histórico da Renise pessoal e profissional e se ela esteve impossibilitada de exercer suas funções por motivos de saúde, tal fato foi devidamente comprovado.É lamentável que uma pessoa no ímpeto de sua animosidade tente justificar o injustificável, ou seja, a atitude de ilegalidade do MPE.Ou vc tb quer que a Licença Saúde, que assim como a nomeação de uma pessoa aprovada em concurso público é tb um direito constitucional, seja negada a quem estiver precisando? Se for assim que Vc pensa, cuidado para não adoecer...

Anônimo disse...

É verdade anônimo despeitado. Cuidado para não adoecer e tb não vá passar em concurso público principalmente sob jurisdição do MPE pq vc pode não ser chamada. Hj essa injustiça está acontecendo com essas pessoas, amanhã pode ser com vc ou comigo, ou seus familiares e amigos...Enfim com qualquer cidadão! Pense bem nos seus posicionamentos.

Anônimo disse...

Não posso acreditar que ainda tenha indivíduo condizente com a ilegalidade do MPE, que travou a nomeação dessas candidatas!!! Será que essa pessoa não pensa que ela própria pode ser vítima de uma injustiça tão indigna como essa?

Queila Gonçalves disse...

É uma pena que nós cidadãos, cumpridores dos nossos deveres, termos que passar por vários tipos de privações e desrespeito, exemplificado claramente nesta situação em que a Renise se encontra. E que merece todo nosso apoio, pois nos encoraja a lutar pra fazer valer nossos direitos esquecidos a muito tempo.

Anônimo disse...

Renise, vc deveria tentar entrar em contato com alguma emissora grande do circuito Rio de Janeiro-São Paulo, para poder denunciar essas questões e isso ser veiculado em uma daquelas programações de Domingo a noite, em reportagens investigativa, para escancarar de vez essa situação do MP e Judiciário Paraense que preterem concursados a apaniguados políticos.
Meu concurso é outro, e quando for a hora é justamente isso que irei fazer. Temos que correr atrás da justiça. Quem passou, gastou horas de estudos, conciliando trabalho com estudos, madrugadas adentro, valores com cursinhos ou pelo menos com apostilas, para ser efetivado.
Não é justo ser preterido por outros que são cedidos ou mesmo em desvio de função.

Queila Gonçalves disse...

É uma pena que nós cidadãos, cumpridores dos nossos deveres, termos que passar por vários tipos de privações e desrespeito, exemplificado claramente nesta situação em que a Renise se encontra. E que merece todo nosso apoio, pois nos encoraja a lutar pra fazer valer nossos direitos esquecidos a muito tempo.

Anônimo disse...

Só vão chamar o cadastro reserva se houver vaga (criada por lei), pelo que vi existem 02 vagas de pedagogo no MPE, já preenchidas com concursado. Infelizmente no serviço público existem essas coisas. As pedagogas cedidas, teoricamente, não estão ocupando vaga de concursado. O MPE tem que criar novas vagas efetivas.

Anônimo disse...

observa-se em muitos órgãos uma grande quantia de servidores temporários que estão ocupando o lugar de quem de fato tem direito. o concurso público é o objetivo da maioria da população brasileira, a qual dedica parte do dia estudando para tentar alcançar um cargo público. Renise Parabéns pela tua coragem e pela bela entrevista, você merece ser nomeada.

Anônimo disse...

Uma solução seria a aprovação do PCCR do MPE, elaborado pela quantica, empresa contratada para elaboração de tal plano, esquecido. Nesse plano era previsto a criação de novos cargos e vagas. Porém ninguém mais fala nisso, o dinheiro público foi jogado no lixo.

Anônimo disse...

Va a televisao mas precisamente a rba ele fale este descaso no programa do ronaldo porto ele vai adora ouvir esta injustica

Anônimo disse...

Concordo va a imprensa televisada deixe a sociedade a par da injustica

Anônimo disse...

Tem muitas pessoas sofrendo pelo mesmo motivo e não fez nada até agora, mas vc Renise foi e é uma corajosa, vc está certa, lute, grite, faça valer o seu esforço!

Anônimo disse...

Quanto despeito!!!! Com certeza eh uma das pessoas q entraram pela janela no orgao no qual a servidora trabalha. Vc poderia questionar o médico pq deve conhecer o mesmo pra fazer tal afirmação falaciosa. Vc deve trabalhar no mesmo orgao então temha coragem e fale isso pra servidora!! Ahhhh deve ter medo? Pq iria pegar um processo bonito..Desejo q tenhas muita saúde pra nunca precisar de licença. Deus te abençoe!!

Anônimo disse...

Renise que a sua coragem de denunciar esses agravos relacionados ao nepotismo é conveniências políticas, sirvam de motivação e exemplo para todos que são feridos em seus direitos.

Anônimo disse...

Eis exemplos de que a justiça pode ser feita aos concursados: "O Superior Tribunal de Justiça – STJ – obrigou a Secretaria de Educação do Piauí a nomear professor aprovado em concurso fora do número de vagas estabelecido no edital. A decisão favorável ao candidato foi motivada pela contratação de terceirizado para exercer as mesmas funções do cargo para o qual o professor prestara o concurso. Com ela, o STJ corrobora recente sentença da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho – TST –, proferida em caso semelhante, e reforça a obrigação de a Administração respeitar o que determina a Constituição Federal quanto à ocupação de cargos e empregos públicos.

A decisão do TST determinou a substituição, por candidatos aprovados em concurso público, de vários terceirizados contratados pelo Banco do Brasil para trabalhar em agência do interior do Paraná. O Tribunal acolheu recurso do Ministério Público, que se insurgira contra a sentença de primeira instância, favorável ao banco. O concurso em tela foi realizado em 2003, para o cargo de escriturário.

Outra decisão, na mesma linha, foi proferida pelo Supremo Tribunal Federal – STF. O ministro Luiz Fux homologou acordo celebrado pela empresa estatal Furnas, de energia elétrica, com o Ministério Público. A empresa foi obrigada a desligar (sem trocadilho) terceirizados que mantinha em sua folha e nomear aprovados em concurso público realizado em 2009. Muitos dos aprovados estavam aguardando a nomeação, enquanto a empresa contratava empregados não concursados.

Também no âmbito administrativo, há decisão recente que se presta a salvaguardar o instituto do concurso público. Refiro-me à determinação do Conselho Nacional de Justiça de que o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul exonere comissionados e realize concurso público para os cargos que, na origem, são destinados a efetivos. O conselho definiu prazo de 90 dias para que as exonerações sejam efetivadas.

As quatro decisões comprovam que quem passa hoje em concurso público tem direito à nomeação. Sei que, infelizmente, ainda existem muitos casos de terceirização ilegal e provimento precário, em detrimento de candidatos aprovados em concurso, numa afronta, aos dispositivos constitucionais e à Lei 8.112, Estatuto do Servidor Público. Felizmente, com a ação da Justiça, sobretudo dos nossos tribunais superiores, isso tende a acabar em breve". Então Renise, desse modo, vc deve seguir em frente com os trâmites legais e administrativos para ser contemplada com a sua merecida nomeação e todos que passarem por essas situações de ilegalidade devem se pautar nesses exemplos de pessoas vitoriosas e assim, buscarem à toda prova, seus direitos.

Anônimo disse...

Vc é as outras concursadas tem mais é que ir à luta mesmo.Assim como outros conseguiram, vc tb pode conseguir!!!!

Anônimo disse...

Mas amigo (a) pense comigo: se elas estão lá mesmo que cedidas e teoricamente não ocupando lugar de concursados. ..Como o MPE vai criar novas vagas?

Anônimo disse...

Já que as pedagogas cedidas foram reprovadas no concurso público, o correto mesmo é que as vagas delas sejam ocupadas pelas concursadas devidamente qualificadas.Entendo que esse seja o questionamento da pedagoga Renise.

Anônimo disse...

Essas apadrinhadas não estão nem aí pro direito dos outros.Com certeza elas não vão querer abrir mão dessa mamada! Ainda mais com o apoio das autoridades judiciárias que infelizmente são coniventes em ir de encontro aos direitos constitucionais.

Anônimo disse...

Renise tem razão, mas as vagas não existem por lei. Vc entendeu? No MPE não existia cargo de Pedagogo. Foram criadas duas vagas pela lei 7.206/2008. As quais foram preenchidas pelos aprovados do atual concurso.

Anônimo disse...

Que pena que o MPE que deveria também dar bom exemplo, no sentido de fazer com que os princípios constitucionais fossem cumpridos; esteja todo envolto em circunstâncias de ilegalidade, nepotismo, politicagem e assim por diante no âmbito de irregularidades e corrupção. O caso da não nomeação dessas concursadas será uma grave falha conjuntural e histórica para tal instituição.

Anônimo disse...

Estou torcendo que a justiça aconteça, as concursadas possuem o direito constitucional
à nomeação, elas se submeteram ao concurso e conseguiram passar, extremamente, contraditório o posicionamento do MPE para não dizer outra coisa.

Anônimo disse...

Com certeza essas pedagogas que estão ocupando as cadeiras daquelas que provaram ser capacitadas tecnicamente, são correligionárias. Está estampada essa prática anti constitucional nessa instituição. Isso é um desprestígio e um total abuso de poder por parte do judiciário no âmbito trabalhista.É lamentável...

Anônimo disse...

O desrespeito com o que é público ocorre em toda parte.Mas é muito maior a afronta aos cidadãos quando as irregularidades envolve aqueles que deveriam preservar os direitos constitucionais.

Anônimo disse...

Esse tipo de situação até desestimula quem está na empreitada de concorrer a uma vaga para concurso público. Parece que agente anda, anda e não sai do lugar.

Anônimo disse...

Todas essas concursadas que não foram nomeadas devem mais é ir em busca por seus direitos mesmo.A maioria das pessoas não costumam lutar por seus direitos e quem tá no poder deita e rola.